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Na natureza existem três tipos de materiais relacionados a propriedades magnéticas, com características diferentes: ferromagnéticos, paramagnéticos e diamagnéticos.
Os ferromagnéticos, tais como o ferro, o aço, o níquel e o cobalto, são fortemente atraídos pelos ímãs. Eles apresentam uma grande permeabilidade magnética.
Atualmente podemos encontrar ímãs artificiais, desenvolvidos com materiais ferromagnéticos, que apresentam esplêndida força magnética. Entre eles temos os de ALNICO, uma liga de Alumínio (Al), de Níquel (Ni) e Cobalto (Co).
Os materiais paramagnéticos, como o alumínio, a platina e a madeira, não são atraídos pelo ímã. Já os diamagnéticos são materiais que são repelidos pelo ímã, como o zinco, o cloreto de sódio, o mercúrio e o ouro.
Como visto anteriormente, o ímã apresenta linhas de campo ao seu redor, às quais damos o nome de fluxo de indução magnético, campo magnético ou, simplesmente, fluxo magnético, representado pela letra grega $\phi$ (Phi) e calculado a partir da seguinte equação:
Onde:
$\phi$ – Fluxo magnético (Wb);
$B$ – Densidade de fluxo magnético (T);
$S$ – Área (m2).
A unidade do fluxo magnético ($\phi$) no Sistema Internacional (SI) é o Weber (Wb), que tem 108 linhas. Para o sistema CGS, é o Maxwel, equivalente a: 1Mx = 10-8 Wb.
A densidade de fluxo magnético ($B$) relaciona o número de linhas de campo por área, tendo como sua unidade no (SI) o Tesla (T), que vale 108 linhas de campo por metro quadrado, e no CGS o Gauss, que vale (1 G = 10-4 T).
A manipulação matemática da equação do fluxo possibilita encontrarmos o valor da densidade de fluxo magnético.
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