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A primeira lei de Newton descreve o que ocorre com o corpo quando a resultante das forças exercidas é nula. Já o que ocorre quando a força resultante não é nula? A segunda lei aparece para responder a essa pergunta.
Nesse caso, o corpo não pode estar parado e nem com uma velocidade constante (primeira lei). Então, o corpo certamente possui uma aceleração.
Essa aceleração tem a mesma direção e sentido da força resultante. Variando a intensidade da força, a aceleração modifica-se na mesma razão.
Quando uma força resultante externa atua sobre um corpo, ele se acelera. A aceleração possui a mesma direção e o mesmo sentido da força resultante. A força resultante é igual ao produto da massa do corpo pelo vetor aceleração do corpo.
Podemos escrever a segunda lei na forma:
A aceleração →a tem a mesma direção e sentido da força resultante →FR. Se a força resultante for constante, a aceleração também será. Note também que a força depende da massa do corpo.
A segunda lei de Newton é conhecida também como lei fundamental da dinâmica, a relação entre força e movimento.
Também podemos considerar a segunda lei como o somatório das forças (ou seja, a força resultante) que estão atuando sobre um objeto. Assim, a expressão matemática que representa a segunda lei de Newton torna-se:
∑→F=m→a
Onde o símbolo Σ é chamado de somatório. Ou seja, Σ→F representa a soma de todas as forças que atuam sobre um objeto; m é a massa do objeto e →a é a aceleração vetorial. Observe que a segunda lei é uma lei vetorial.
A partir da segunda lei de Newton, podemos obter a primeira lei, pois um corpo em repouso ou em MRU tem aceleração nula, e então, a força resultante sobre ele também é nula.
A unidade de força no SI é o Newton (N) em homenagem a Isaac Newton.
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