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Exemplo 2: fazer a análise do circuito mostrado na Figura 9, usando o método das tensões nodais.
Na Figura 9, também podem ser identificados três nós essenciais, aos quais são designadas as tensões nodais U1, U2 e U3. Essa última tomada como referência e lhe sendo atribuída um valor de tensão de 0 V.
Percebe-se também no circuito, a ausência de fontes de tensão e a presença de duas fontes de corrente Ia e Ib.
Para o nó 1, teremos:
Como U1−U3=R1I1, teremos I1=(U1−U3)/R1, ou seja, I1=U1/R1
Como U1−U2=R2I2, teremos I2=(U1−U2)/R2.
Ou seja, para o nó 1, teremos uma primeira equação definida por:
Ia=U1/R1+(U1−U2)/R2.
Para o nó 2, teremos:
I2+I3+Ib=0.
Como U2−U1=R2I2, teremos I2=(U2−U1)/R2.
Como U2−U3=R3I3, teremos I3=(U2−0)/R3 ou seja, I3=U2/R3.
Ou seja, para o nó 2, teremos uma segunda equação definida por:
(U2−U1)/R2+U2/R3+Ib=0.
Considerando que as correntes de fontes Ia e Ib e que os valores das resistências R1,R2 e R3 são conhecidos, temos, como estimado pelo método, duas equações e duas incógnitas, que são as tensões nodais U1 e U2. Resolvendo o sistema com duas equações, encontraremos U1 e U2.
Conhecidas as tensões nodais U1 e U2, facilmente se definem as correntes de ramos I1,I2 e I3. Caso alguma das correntes apresente um valor negativo, subtende-se que sua direção é contrária a inicialmente fixada.
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