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Exemplo 1: fazer a análise do circuito mostrado na Figura 8, usando o método das tensões nodais.
Na Figura 8, podem ser identificados três nós essenciais, aos quais são designadas as tensões nodais U1, U2 e U3. Essa última tomada como referência e sendo-lhe atribuída um valor de tensão de 0 V.
Para o nó 1, teremos:
I1+I2+I3=0
Como U1−U=R1I1, teremos I1=(U1−U)/R1.
Como U1−U3=R2I2, teremos I2=(U1−0)/R2 ou seja, I2=U1/R2.
Como U1−U2=R3I3, teremos I3=(U1−U2)/R3.
Ou seja, para o nó 1, teremos uma primeira equação definida por:
(U1−U)/R1+U1/R2+(U1−U2)/R3=0.
Para o nó 2, teremos:
I3+I4+I5=0.
Como U2−U1=R3I3, teremos I3=(U2−U1)/R3.
Como U2−U3=R4I4, teremos I4=(U2−0)/R4 ou seja, I4=U2/R4.
Como U2−U3=R5I5, teremos I5=(U2−0)/R5 ou seja, I5=U2/R5.
Ou seja, para o nó 2, teremos uma segunda equação definida por:
(U2−U1)/R3+U2/R4+U2/R5=0.
Considerando que a tensão de fonte U e que os valores das resistências R1,R2,R3 e R4 são conhecidos, temos, como estimado pelo método, duas equações e duas incógnitas, que são as tensões nodais U1 e U2. Resolvendo o sistema com duas equações encontraremos U1 e U2.
Conhecidas as tensões nodais U1 e U2, facilmente se definem as correntes de ramos I1,I2,I3 e I4. Caso alguma das correntes apresente um valor negativo, subtende-se que sua direção é contrária a inicialmente fixada.
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